Saiba mais Policiais militares e bombeiros do CE anunciam paralisação das atividades Os processos disciplinares contra os PMS foram publicados no Boletim do Comando do dia 25 de janeiro de 2013. De acordo com o documento, os policiais são "acusados [...] de participarem de reunião ocorrida no dia 03.01.2013, sob a liderança de integrantes da Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Ceará (Aprospec), com o objetivo de deliberar sobre a deflagração, ou não, de novo movimento paredista". Os policiais indiciados atuam em Fortaleza e nas cidades de Juazeiro do Norte, Sobral, Iguatu, Quixadá, Canindé, Baturité, Crateús, Itapipoca e Acaraú. Greve A greve dos policiais militares começou em de dezembro de 2011. A categoria reivindicava melhores salários e condições de trabalho. Do acordo, fazem parte ainda implantação de um auxílio alimentação, no valor de R$ 220 por mês; a promoção de servidores; escala de serviço de 40 horas semanais e reajustes salariais de 2013 e 2014, além da elaboração de um Código de Ética. Os PMs ocuparam o quartel do 6ª Companhia do 5º Batalhão (BPM), no Bairro Antônio Bezerra. Exatamente 30 dias após o fim da greve dos policiais militares do Ceará, em 3 de fevereiro de 2012, representantes da categoria se reuniram com representantes do Governo do Estado para definir os últimos pontos da mensagem que seria encaminhada à Assembleia Legislativa, entre eles, a anistia para aqueles que participaram do movimento. À época, o secretário de planejamento e gestão do estado, Eduardo Diogo, afirmou que o governo só poderia dar anistia "exclusivamente" na área administrativa. "Com relação à parte criminal, o Poder Executivo não tem competência para deliberar sobre o assunto", afirmou Diogo.
PMs que participaram de movimento grevista no CE de 2012 são demitidos
Saiba mais Policiais militares e bombeiros do CE anunciam paralisação das atividades Os processos disciplinares contra os PMS foram publicados no Boletim do Comando do dia 25 de janeiro de 2013. De acordo com o documento, os policiais são "acusados [...] de participarem de reunião ocorrida no dia 03.01.2013, sob a liderança de integrantes da Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Ceará (Aprospec), com o objetivo de deliberar sobre a deflagração, ou não, de novo movimento paredista". Os policiais indiciados atuam em Fortaleza e nas cidades de Juazeiro do Norte, Sobral, Iguatu, Quixadá, Canindé, Baturité, Crateús, Itapipoca e Acaraú. Greve A greve dos policiais militares começou em de dezembro de 2011. A categoria reivindicava melhores salários e condições de trabalho. Do acordo, fazem parte ainda implantação de um auxílio alimentação, no valor de R$ 220 por mês; a promoção de servidores; escala de serviço de 40 horas semanais e reajustes salariais de 2013 e 2014, além da elaboração de um Código de Ética. Os PMs ocuparam o quartel do 6ª Companhia do 5º Batalhão (BPM), no Bairro Antônio Bezerra. Exatamente 30 dias após o fim da greve dos policiais militares do Ceará, em 3 de fevereiro de 2012, representantes da categoria se reuniram com representantes do Governo do Estado para definir os últimos pontos da mensagem que seria encaminhada à Assembleia Legislativa, entre eles, a anistia para aqueles que participaram do movimento. À época, o secretário de planejamento e gestão do estado, Eduardo Diogo, afirmou que o governo só poderia dar anistia "exclusivamente" na área administrativa. "Com relação à parte criminal, o Poder Executivo não tem competência para deliberar sobre o assunto", afirmou Diogo.
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